01 fevereiro, 2012

Um outro amor, a mesma saudade

Foste. Talvez não cedo de mais que a vida passa rápido mas no caminho que fazemos muita coisa e deixada para trás. Para trás, para quem fica e para tras o que fica por fazer. Foste. Talvez nao cedo que os teus 87 anos permitiram-te aprender muita coisa e ensinar muita coisa. Contigo aprendi o valor da palavra amar, que se aplica sempre a alguém que nos toca de maneira especial e sempre que parte deixa uma parte de si connosco.

Para ti, meu avo, que partiste hoje e para mim seria, em qualquer data, sempre cedo demais

3 comentários:

  1. Minhas orações pelo seu momento!
    Abraço, Célia.

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  2. Acompanho-a nessa saudade, minha querida.Ficam as saudades mas também as recordações de momentos felizes passados junto ao seu avô, além das coisas por ele ensinadas através da experiência, que não têm preço.

    Um outro amor, amor acima de tudo!

    Beijos

    Olinda

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  3. Obrigada Célia, obrigada Olinda mas a vida é mesmo assim, e o amor é também saber compreender que o bem de outros não é propriamente a nossa noção de bem. Tudo tem o seu tempo certo e há que saber guardar as coisas boas

    beijinhos

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