25 fevereiro, 2012

Quantas vezes se repete a vida para nos ensinar a viver?

Quantas vezes não nos apeteceu simplesmente deixar de lutar? Quantas vezes não sentimos o cansaço a encharcar-nos e sobrepor-nos, como se fosse uma imensa onda de uma qualquer maré viva, que nos inunda e nos impele a desistir de tudo? Quantas vezes não nos parece que somos demasiado pequenos e frágeis para conseguir sobrepor os muros ou diques que encontramos no revolto fluir das águas, que pode ser a nossa vida? Quantas vezes?
Mas e o amor que devemos ter a nossa própria vida que nos faz transpor todas as mares que vão e voltam, mostrando-nos que depois de um momento vazio, vira um momento cheio e que depois da sementeira vira a espera em que daremos sem aparentemente nada receber em troca , mas que se aguardarmos, finalmente chegara a hora de colher e sobrara o restolho para que tudo de novo se repita e nos aprendamos com os erros que cometemos como evitar algumas pragas, pestes ou pessonhices - porque as ha .
E o amor que nos faz tirar da vida o melhor que ela tem. Dar e receber de volta num ciclo de infinitas trocas. O que deres receberas.
Se de leis se regem os homens foi porque aprenderam com a natureza e a natureza ensina-nos a respeitarmos e amarmos tudo o que nos rodeia para sermos respeitados por elas


Meus queridos amigos não tenho respondido como e meu costume, nem ido de visita aos vossos blogues porque estou com um problema informatico ( o pc esta demasiado lento e demora demasiado tempo a responder aos comandos)
Problema em vias de resolução, assim que tudo estiver ok voltarei a visitar-vos

Da amiga Celia ( escondidinha )